As relações no contexto mercadista
Os jornais e revistas tÊm cadernos ou seções especias sobre a economia, onde sempre são colocadas matérias relativas ao comércio mundial.
Idade Media
O comércio era do rei e da burguesia
A partir do século XI, as atividades comerciais começaram a se destacar até se tornarem, ao final da Idade Média, a principal atividade econônomica da Europa Ocidental, e os grandes comerciantes e banqueiros se tornaram os homens mais ricos do continente. Eles faziam de tudo para ampliar seus negócios e aumentar a sua lucratividade comprando mercadorias por um preço e vendendo por outro mais alto, fazendo trocas de moedas ou emprestando dinheiro a juros.
O comércio europeu, desde o século XI, vinha crescendo em volume e atingindo distâcias cada vez maiores, mas somente depois do século XIV é que as relações capitalistas começam a se firmar. Foi a partir dessa época que os comérciantes se aproximaram ainda mais dos governantes (reis), com o objetivo de vencer as dificuldades impostas pelos senhores feudais ao comércio e poder superar a crise do século XIV.
A aliança era interessante tanto para a burguesia quanto para o governante (reis), que, com isso, teria mais facilidade de impor sua autoridade sobre todos os habitantes do seu país, centralizado o poder em suas mãos controlando inclusive as atividades econômicas e aumentando a sua riqueza até se tornar absolutista.
A expansão do comércio ocorrida a partir do século XV, quando foram iniciadas as grandes navegações, e a busca do caminho marítimo as Índias, fizeram aproximar ainda mais reis e burgueses. Estes, sabendo que os ricos desse empreendimento eram grandes os lucros demorados, acreditavama organização e o gerenciamento feitos pelo governantes. A burguesia emprestava o dinheiro ao rei e ganhava a confiança dele pudesse, posteriorment, participar das atividades comerciais que surgissem.
Burguês que era burgues não gostava de dar pulo falso. Seu tinha de ser aplicado em atividades que certamente davam lucro. Então, era melhor investir nos empreendimentos organizados pelo rei porque este lhe pagaria juros e ainda poderia beneficia-lo com outras atividades economicas.
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